No setor hoteleiro, a experiência é prometida no site e cumpra-se — ou não — na prática. O quarto pronto à
hora do check-in, a manutenção resolvida antes que o hóspede se aperceba, o mesmo padrão em todas as propriedades.
Nada disso se decide na reserva; decide-se na gestão de cada hotel.
É por isso que crescer no setor hoteleiro não se resume apenas a aumentar as reservas ou a abrir um novo destino. Trata-se de multiplicar a gestão que há
de coordenar para que a experiência continue a ser aquela que foi prometida.
O crescimento hoteleiro não se mede pela ocupação, mas pela operação
Encher os quartos é uma coisa. Gerir cada um deles com o mesmo padrão é outra. Quando um operador cresce — mais
propriedades, mais pessoal, mais destinos — a operação torna-se mais difícil de acompanhar e controlar, precisamente quando
é mais importante.
A ocupação aumenta de uma época para a outra. A capacidade de manter o padrão de serviço em cada quarto e
em cada propriedade não cresce por si só: é preciso construí-la.
O que é realmente necessário controlar num hotel
O controlo operacional hoteleiro não é apenas um painel bonito. É ser capaz de responder, a qualquer momento e para cada
estabelecimento, o que está a acontecer e o que se desviou do padrão. Na prática, isso significa ter à vista:
• Limpeza: o estado e os tempos de preparação de cada quarto, para que esteja pronto quando o
hóspede chegar.
• Manutenção: ordens preventivas e corretivas por quarto e por ativo, com comprovação do que
foi executado.
• Ordens de serviço e comprovativos: listas de verificação, fotografias e suportes digitais, sem rádios nem mensagens do
WhatsApp que se perdem.
• Padrão por propriedade: que todas as unidades tenham a mesma identidade, independentemente de quem estiver de serviço.
• Coordenação entre áreas: receção, governanta, manutenção e alimentação e bebidas a trabalhar
com base na mesma informação.
Quando isso fica no papel ou em conversas isoladas, a operação funciona… até crescer. Aí deixa de ser visível, e o que não
se vê não pode ser corrigido a tempo.
Multipropriedade e expansão: manter o padrão em cada destino
O desafio multiplica-se quando a operação cresce em número de locais, e não apenas de quartos. Abrir um novo destino
significa mais pessoal no local, mais padrões a manter e, muitas vezes, atravessar fronteiras.
É o que acontece quando um operador turístico anuncia um novo destino. A parte visível é comercial — o itinerário, o
pacote —. A parte que determina se o hóspede volta é operacional. Manter o mesmo nível de serviço no destino
novo que no habitual exige controlo e visibilidade de todos os processos necessários para operar cada hotel
de forma eficiente. É exatamente neste domínio que acompanhamos a operação hoteleira da On Vacation.
O custo de não acompanhar o funcionamento
No setor hoteleiro, o funcionamento é sinónimo de reputação. Um quarto que não estava pronto no momento do check-in, uma avaria que
foi resolvida tarde porque ninguém a detetou a tempo, um padrão de qualidade que se deteriora numa unidade: cada uma dessas falhas acaba por afetar a
mesma área — a experiência do hóspede — e, hoje em dia, essa experiência é publicada numa avaliação.
O custo de não acompanhar o funcionamento não é apenas operacional. É o hóspede que não volta e a crítica que afasta os
próximos.
Como é que a GoDoWorks resolve isso?
A GoDoWorks não parte do software, parte do problema: proporcionar aos operadores hoteleiros o controlo e a visibilidade, em
tempo real, do que se passa em cada propriedade. Não para ter mais tecnologia, mas para manter o padrão de
serviço à medida que a operação cresce e para deixar de perder rentabilidade com reprocessamentos e falhas que hoje ninguém deteta a
tempo.
Por outras palavras: não vendemos software, vendemos controlo operacional e rentabilidade. A tecnologia é o meio;
o resultado é uma operação hoteleira que pode ser observada, medida e melhorada.
O próximo passo
Se a sua atividade hoteleira está a crescer — mais quartos, mais propriedades, um novo destino —, a questão
fundamental não é quantas reservas adicionais irá conseguir. É se cada propriedade mantém o padrão com o mesmo rigor. Onde
se ganha ou se perde um hóspede não é no folheto; é na gestão.
O próximo passo é analisar em que aspetos a sua operação hoteleira está atualmente a perder controlo e a não cumprir os padrões. Saiba como
O GoDoWorks proporciona controlo e visibilidade às operações no terreno → https://www.godoworks.com/gdw-services/